BIOGRAFIA  | 

1991 | 

Os Acromaníacos são oriundos da Bobadela (Concelho de Loures), e surgiram a 18 de Novembro de 1991.
No início a banda era formada por Serralha na voz e guitarra, Yuki na bateria e JoJó Cadáver no baixo. Passado pouco tempo entrou também para a banda Nuno, ocupando-se, também ele, da guitarra. Devido a alguns problemas pessoais com o baixista este decide abandonar a banda, e só passado algum tempo entrou Muscles para ocupar as funções de baixista.

1992 / 1993 | 

Em fins de 1992, princípios de 1993, saíu a primeira demo da banda, como quatro temas originais, intitulada "AM".

1994 / 1995 | 

É gravada a segunda demo dos Acromaníacos, intitulada "OLHO DO CU", composta por oito temas.
Já em 1995 os Acromaníacos viriam a sofrer nova alteração, com a saída do baterísta Yuki e a entrada de Tico.

1996 | 

No início de 1996 é gravada a terceira demo da banda, intitulada "ACROMANÍACOS", composta por quinze temas.
No fim de Maio de 1996, sai da banda o baixista Muscles para dar lugar a um novo elemento, o Xixo.
Ainda em Junho de 1996 os Acromaníacos dão o primeiro grande passo da sua carreira ao assinar um contrato discográfico com uma editora independente portuguesa (Fast'N'Loud), tendo em vista a edição do primeiro álbum da banda, um Split-Cd partilhado com a banda brasileira Subcut, que lançam o seu mini-álbum "Fears And Hopes", e também a participação numa colectânea, em formato Cd, com duas faixas.
Já em Outubro de 1996, dá-se a última alteração da banda até ao momento, desta vez é o guitarrista Paulo Cardoso que abandona o grupo sem ser substituído.
A 14 de Outubro de 1996 os Acromaníacos entram em estúdio para a gravação do primeiro, e tão desejado álbum, o qual concluíram no fim de Novembro do mesmo ano.

1997 | 

Em Setembro de 1997 é editado a colectânea "CAOS EM PORTUGAL", onde participam exclusivamente bandas punk/hardcore portuguesas destacando-se a presença dos Acromaníacos com as faixas “O Homem-Merda” (versão do álbum “Dietarreia...”) e “Ainda não” (versão da 3ª demo “Acromaníacos”).
O álbum, intitulado "DIETARREIA...", teve a sua saída em Novembro de 1997, e é composto por vinte e dois temas originais da banda, da qual faz parte uma faixa chamada “Ding-Ding (das orchester der einlauf und auge-fett)” que é uma pequena brincadeira da banda captada durante as sessões de gravação do álbum.

1998 / 1999 | 

É feito durante quase todo o ano de 98 a promoção do primeiro álbum, e enquanto isso são trabalhados com afinco os novos temas e são também testados ao vivo.
Os Acromaníacos entram em estúdio (Cais 14 - Estúdios & Produções, Lda.) em Abril de 1999, e gravam "XIII... TORCEU DÍ NÔVO!" e acabam as gravações em Maio do mesmo ano. Este seria o segundo álbum da banda, mas devido a alguns contratempos, esta investida seria infrutífera para a banda acabando esta gravação por ser lançada como demotape. Esta maquete é constituida por vinte e seis temas.

2000 | 

Só em Setembro e Outubro de 2000, os Acromaníacos entram nos mesmos estúdios para a gravação do seu segundo álbum, intitulado "QÉ LÊTE?!?" sendo este comercializado em Janeiro de 2001, pela própria banda com o selo do Cais 14. Este álbum é constituido por quarenta e um temas originais, dado que um deles é uma faixa oculta, que vem no fim do mesmo, e que é uma gravação ao vivo da canção Chop-Suey de Cão, gravada nesse mesmo ano a 17 de Março em S. João da Talha, durante uma actuação ao vivo da banda.

2001 / 2002 | 

A 10 de Dezembro de 2001 a editora independente brasileira Rotten Records, que tem o cunho do Português (ex-Garotos Podres), convida os Acromaníacos a participar com três faixas do álbum "Qé Lête?!?" na colectânea "URBANOISE 3". As faixas escolhidas foram: Battega; O Boceta; e, A Saga dos Gatos Negros. Este cd tem a participação de mais cinco bandas, duas brasileiras (Pátria Armada, e, Riot 99), duas argentinas (Espias Secretos, e, Argies) e uma dos EUA (Hammerbrain). A saida desta colectânea deu-se em Junho de 2002.

2003 | 

A 2 de Janeiro de 2003 a editora independente brasileira Rotten Records lança o cd "TRIBUTO GAROTOS PODRES - 20 ANOS DE  PODRIDÃO", que conta com a participação de 23 bandas no total, 21 brasileiras, uma da argentina, e de portugal os Acromaníacos, com a cover "Surfista de Pinico". A gravação desta faixa surgiu do convite feito à banda pelo líder da Rotten Records (ex-Garotos Podres) a fim de ser incluida no cd Tributo a Garotos Podres. Os Acromaníacos entram no Cais 14 - Estúdios & Produções a 21 e 22 de Junho para gravarem a canção, que teve a cargo de Paulo Vilares todo o trabalho de gravação, misturas e masterização. No seguimento do convite feito pela editora brasileira os Acromaníacos gravam o video clipe da cover de Garotos Podres, o seu primeiro video clipe, que fica pronto a 18 de Janeiro de 2003, e que vem incluido no terceiro album da banda que é editado somente em 2004.
A 3 de Abril de 2003 é lançada a colectânea em cd "EXPRESSO HC, Volume 3 - Liberdade!", pela mão da editora independente brasileira Inconformados Discos, e que conta com a participação de 31 bandas no total, 27 brasileiras, uma da espanha, e 3 de portugal, onde se encontram os Acromaníacos com a canção "Panem Et Circenses" do álbum "Qé Lête?!?".

2004 | 

Em Janeiro e Fevereiro de 2004 os Acromaníacos entram uma vez mais em estúdio para gravar aquele que será o terceiro album de originais da banda, intitulado "Pitamupau", composto por 13 temas: Cherne Laranjinha; Subtil; Paulinho das Feiras; Trôxa Môxa; Botilde 1 2 3; Bibi; Salvatore; Bush Bush; Zé Brutus; 5ª Casa do Caralho; Lambidelas; O Monstro Plano; e, Cabidela Ninja. Este cd vem também com o video clipe da cover a Garotos Podres "Surfista De Pinico". As gravações decorreram uma vez mais no Cais 14 - Estúdios & Produções, e todo o trabalho de gravações, misturas e masterização esteve a cargo de Paulo Vilares. Desta feita foi a editora independente portuguesa Anti-Corpos Do It Yourself que editou o trabalho, que viu a luz do dia em Maio deste mesmo ano.
Em Junho deste ano os Acromaníacos embarcam em Tour, por Portugal e Espanha, com os Garotos Podres, banda de culto brasileira de Street Oi!, fazendo nove concertos de promoção ao novo album.

2005 / 2006 | 

O ano de 2005 foi muito produtivo para os Acromaníacos em termos de concertos. Poderam andar o ano inteiro a tocar, por todo o país, divulgando o último álbum editado pela banda.
A 8 de Abril de 2006 é editada a colectânea portuguesa "Ataque Frontal - Underground Português", um edição em formato Cd Duplo, onde está presente a canção "Cherne Laranjinha", retirada do álbum "Pitamupau" dos Acromaníacos. Esta colectânea conta com a presença de 50 bandas portuguesas, no total, e é editada pela mão da editora portuguesa Impulso Atlântico.

2007 | 

Após andarem a preparar novas canções, durante a primeira metade de 2007, 0 mês de Agosto marca o regresso dos Acromaníacos ao estúdio, para a gravação do 4º álbum de originais da banda, intitulado "Bob".
Em Setembro é lançado para o mercado, pela mão da editora portuguesa Raging Planet, o Cd Tributo a Mão Morta, com o título "E Se Depois...". O Cd inclui uma cover dos Acromaníacos, da canção de Mão Morta "Revi a Malvada Prima". Este registo conta também com a participação de mais 11 bandas nacionais, prestando todas elas um tributo mais que merecido à mítica banda portuguesa Mão Morta.

2008 | 

Em Junho de 2008 saí o quarto álbum de originais dos Acromaníacos, intitulado "BOB", composto por 15 temas: Parte-me por trás na Montanha; Bolachinhas Nuku; Carolain's; Eduardo, Mãos de Tinto; Pagamento de Serviços; Jane Foda; O Coisa; Obrigado!; Voto em Felgueiras; Piriquito; A Cor do Céu; Nação Valente, Imoral; Florimerda; Estérico; Trauma da Noruega. O cd vem de 12 video clipes: Parte-me por trás na Montanha; Bolachinhas Nuku; Eduardo, Mãos de Tinto; Jane Foda; Obrigado! (Shaves Edit); Obrigado! (Dictators Dead Mix); Obrigado! (Director's Cut); Piriquito; A Cor do Céu; Florimerda; Estérico; Trauma da Noruega. As gravações decorreram nos Estúdios Pé de Vento em Foros de Salvaterra (Ribatejo), e todo o trabalho de gravações, misturas e masterização esteve uma vez mais a cargo de Paulo Vilares. Desta feita foi a editora independente portuguesa A Vaca Morri Records em conjunto com a banda que editou o trabalho.